O atacante Bruno Henrique, do Flamengo, se tornou réu por estelionato, nesta quinta-feira, 4, após a Terceira Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) ter acolhido um recurso do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).
O irmão de Bruno Henrique, Wander Nunes Pinto Júnior, sua cunhada, Ludymilla Araújo Lima, e outros seis acusados também foram tornados réus pelo mesmo crime. Em caso de condenação, eles poderão pegar uma pena que varia de um a cinco anos de detenção.
Esta é a segunda decisão judicial desfavorável a Bruno Henrique. Em julho deste ano, ele se tornou réu por fraude esportiva. Na época, o MPDFT solicitou que o jogador do Flamengo também se tornasse réu por estelionato, porém, a Justiça negou.
O MPDFT, então, entrou com recurso, que foi aceito nesta quinta-feira de forma unânime.
Relembre o caso
O episódio que provocou o imbróglio de Bruno Henrique com a Justiça aconteceu em novembro de 2023. O atacante teria levado um cartão amarelo de forma proposital durante a partida entre Flamengo e Santos, pelo Brasileirão daquele ano. O jogador teria forçado o cartão para supostamente beneficiar apostadores.
Espera esportiva
No âmbito esportivo, o atleta foi julgado em novembro deste ano pelo Supremo Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), que decidiu não puni-lo com jogos de suspensão. O tribunal, no entanto, impôs uma multa de R$ 100 mil ao atacante.






