A CBF anunciou oficialmente nesta terça-feira, 27, a criação do Programa de Profissionalização da Arbitragem (PRO), que vai remunerar, incialmente, 72 árbitros de futebol.
O programa vai passar a funcionar a partir de março de 2026, com a promoção de salários mensais, taxas variáveis e bônus por performance. Os profissionais não terão a função de forma obrigatória, mas sim prioritária.
Dos 72 árbitros, 20 são centrais, 40 assistentes e 12 de vídeo (VAR), que estão sujeitos a rebaixamento ao final da temporada – pelo menos dois de cada função.
O projeto, elaborado pelo Grupo de Trabalho da CBF, tem como alvo inicial a Série A do Campeonato Brasileiro, mas pode impactar em outras competições, uma vez que os árbitros profissionalizados podem atuar em outras divisões e campeonatos.
Além da remuneração, os profissionais serão avaliados sistematicamente por observadores e por uma comissão técnica contratada pela entidade máxima do futebol brasileiro.
De acordo com a CBF, os investimentos na profissionalização da arbitragem como um todo devem girar em torno de R$ 195 milhões entre 2026 e 2027.
*Com Rádio Bandeirantes






