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Edson Bindilatti será porta-bandeira do Brasil na Cerimônia de Encerramento de Milão-Cortina

porRedação BandSports
fevereiro 19, 2026
in Olimpíadas
Edson Bindilatti será porta-bandeira do Brasil na Cerimônia de Encerramento de Milão-Cortina

Atleta do bobsled é o recordista brasileiro de participações em Jogos Olímpicos de Inverno | Crédito: Divulgação/COB/Gabriel Heusi

Edson Bindilatti, piloto do bobsled do Time Brasil no 2-man e 4-man em Milão-Cortina 2026, será o porta-bandeira brasileiro na Cerimônia de Encerramento. Com seis participações em Jogos Olímpicos de Inverno, seu nome foi escolhido nesta quarta-feira, 18 de fevereiro.

O anúncio foi feito pelo presidente do Comitê Olímpico do Brasil, Marco La Porta, junto com o Chefe da Missão, Emílio Strapasson; e a Diretora de Comunicação, Marketing e Valores Olímpicos, Manoela Penna; numa reunião on-line com a equipe de bobsled na Casa adidas em Cortina, onde está exposto o trenó do 2-man com o qual Edson competiu em Milão-Cortina 2026.

“Por ser uma referência nos Jogos Olímpicos de Inverno e liderar esta equipe fantástica do bobsled, não havia como fugir do Bindilatti. Ele será homenageado como nosso porta-bandeira. A história dele não é apenas nos Jogos de Inverno. O Edson é um grande atleta do esporte olímpico brasileiro. Seis Jogos Olímpicos é para poucos”, destacou o presidente La Porta.

“Foi uma surpresa muito grande. Recebi com muita felicidade. Mostra pra mim o quanto valeu a pena toda a minha dedicação ao longo do tempo. São 26 anos trabalhando em prol do bobsled e das modalidades de inverno. Então, para mim foi muito gratificante. Recebi a notícia num lugar especial, com pessoas especiais. Com o presidente do Comitê Olímpico do Brasil (Marco), La Porta, que anunciou que eu ia ser o porta-bandeira. Me deixou muito emocionado”, contou Bindilatti.

Edson Bindilatti disputou seus primeiros Jogos Olímpicos de Inverno em 2002, como pusher. Foi breakman em 2006 e se tornou piloto a partir de 2014. O experiente atleta chegou a divulgar a aposentadoria após Pequim 2022. Mas foi convencido a retornar para ajudar a formar novos atletas do bobsled que possam levar adiante o legado que deixa.

Esta será a terceira vez que Bindilatti carregará a bandeira. Ele foi o escolhido nas cerimônias de Abertura de Pyeongchang 2018 e de Pequim 2022, esta última ao lado de Jaqueline Mourão. E voltará a empunhar o pavilhão na Itália, desta vez numa cerimônia de encerramento. Uma escolha adequada pela representatividade que Bindilatti tem para os esportes de inverno do Brasil. E justamente na que traz todo o simbolismo de uma conclusão de ciclo.

“É o encerramento da minha carreira olímpica sim. É o fim da minha jornada como atleta olímpico. Mas ainda quero continuar mais este ano aqui para fazer a transição de uma forma ideal para o Gustavo Ferreira. Com os outros atletas que estão vindo ali na pilotagem. Para que seja uma boa transição e permita nos mantermos no alto rendimento, acho que isso é o mais importante”, explicou. “A cortina vai se fechar para mim. Mas vai se abrir para esses meninos aqui e para vários atletas que ainda estão por vir”, afirmou.

Ex-decatleta
Prestes a completar 47 anos, o baiano de Camamu vive sua segunda encarnação esportiva. Como decatleta, ele foi campeão brasileiro nove vezes entre categorias de base e adulto, além de chegar aos títulos sul-americano e ibero-americano. Em 2000 migrou para o bobsled e se valeu de tudo que já tinha treinado até ali para manter o alto desempenho.

“Por conta de eu ter a facilidade de fazer várias provas, várias modalidades esportivas, eu também aprendi a cuidar bem do meu corpo. Acho que por isso eu consegui ter uma longevidade maior no esporte, graças a essa minha base dentro do atletismo. O decatlo me ajudou bastante”, analisa.

Mas foi nas pistas de gelo que virou referência. “Eu fico muito orgulhoso e feliz por ver a evolução dos esportes de inverno. Lá atrás a gente começou desbravando, abrindo a floresta. Hoje muitos atletas quando chegam já entendem mais sobre os esportes. Tanto o bobsled como outras modalidades também, não só gelo, mas neve. Tenho certeza de que no futuro próximo a gente pode ver outras medalhas em Jogos Olímpicos de Inverno”, acredita.

*Com Comitê Olímpico do Brasil

Tags: Edson BindilattiJogos de InvernoJogos Olímpicos de InvernoMilão-Cortina 2026Olimpíadas

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