A poucos meses da Copa do Mundo da Fifa de 2026, o Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) dos Estados Unidos anunciou um investimento de 115 milhões de dólares (cerca de R$ 617,6 milhões) em novas medidas na segurança contra possíveis ataques de drones durante o torneio.
“Estamos entrando em uma nova era para defender nossa superioridade área a fim de proteger nossas fronteiras e o interior dos Estados Unidos”, escreveu a secretária do DHS, Kistri Noem, em comunicado oficial.
A preocupação do país norte-americano aumentou após episódios da guerra na Ucrânia com os dispositivos aéreos, além dos recentes incidentes em aeroportos dos EUA e da Europa. Com isso, as empresas de defesa têm desenvolvido novas tecnologias para reconhecer perigo na Copa do Mundo, sendo elas softwares de rastreamento, metralhadoras automáticas e lasers. No entanto, o DHS não divulgou quais dela serão implantadas.
Anteriormente, a Agência Federal de Gerenciamento de Emergências, órgão subordinado ao DHS, havia informado que os 11 estados que sediariam partidas da Copa receberiam US$ 250 milhões (aproximadamente R$ 1 bilhão) para adquirir novas tecnologias contra drones.
Os investimentos fazem parte da promessa do presidente dos EUA Donald Trump, que quer manter o país seguro durante a maior competição mundial de futebol. O país norte-americano, um dos países-sede, tem expectativa de receber mais de um milhão de visitantes no período de 11 de junho a 19 de julho.






