O Flamengo entra em campo nesta quarta-feira contra o Internacional, pelo Campeonato Brasileiro, tentando afastar as desconfianças de um começo ruim de temporada: três derrotas nos últimos três jogos por campeonatos diferentes e seis gols tomados, média de dois por jogo.
Mais do que isso, o Rubro-Negro tenta quebrar uma espécie de mal que acomete todo time de sucesso no ano anterior: a queda de produção na temporada em que a expectativa é a de mais conquistas ainda.
Aconteceu com o próprio Flamengo em 2022. O time foi campeão da Libertadores e da Copa do Brasil. Iniciou o ano trocando de treinador e imaginando ganhar mais ainda, mas a temporada 2023 foi a pior do clube nesses anos de fartura absurda. Perdeu tudo o que disputou.
Em 2025 foi a vez de o Botafogo decepcionar seu torcedor depois da temporada mágica de 2024 em que venceu Libertadores e Brasileirão. Começou a temporada seguinte em ritmo muito mais baixo, sacou o discurso de que o ano começaria mais tarde e desprezou as disputas iniciais. Acabou tendo um 2025 abaixo das expectativas e sem nunca acertar o time em campo.
Ainda é cedo para cravar, mas até aqui a história ameaça se repetir com o Flamengo, grande vencedor da temporada 2025. O sarrafo para 2026 foi lá no alto também pela apresentação de seu presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, mostrando receitas bilionárias, supremacia absoluta sobre todos os rivais e projetando futuro ainda mais rico e poderoso. Como prova disso, fez a contratação mais cara da história do futebol
brasileiro ao tirar Paquetá do West Ham, da Premier League.
Todo este poder ainda não foi visto em campo, mas a temporada está apenas começando. O encontro desta quarta-feira é contra o Inter. Será que o Colorado vai começar a pagar o pato?
*Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do BandSports.






