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Ouro de Gabrielzinho, recorde e vitória do revezamento marcam dia do Brasil no Mundial

porRedação BandSports
setembro 24, 2025
in Em Alta, Notícias
Ouro de Gabrielzinho, recorde e vitória do revezamento marcam dia do Brasil no Mundial

Gabrielzinho garantiu seu segundo ouro no Mundial de Natação Paralímpica ao vencer os 200m livre para a classe S2 | Crédito: Instagram/Brasil Paralímpico

O Brasil subiu mais seis vezes ao pódio do Mundial de natação paralímpica em Singapura nesta quarta-feira, 24, com duas medalhas de ouro, três de prata e uma de bronze. O dia que marca a metade da competição, que acontece de 21 a 27 de setembro, registrou o segundo título do mineiro Gabriel Araújo com quase nove segundos de vantagem em relação ao segundo colocado e um recorde mundial da equipe mista de revezamento 4x100m livre 49 pontos (para atletas com deficiência visual).

Ao final do quarto dia de evento, o Brasil aparece na quarta colocação do quadro de medalhas, com 25 conquistas (oito ouros, 11 pratas e seis bronzes). A liderança é da China, com 15 ouros, 4 pratas e quatro bronzes. A seguir, estão Itália (10 ouros, 11 pratas e nove bronzes) e Grã-Bretanha (10 ouros, sete pratas e 10 bronzes).

O mineiro Gabriel Araújo, o Gabrielzinho, garantiu seu segundo ouro no Mundial de Natação Paralímpica em Singapura ao vencer os 200m livre para a classe S2 (comprometimento físico-motor) com a marca de 3min58s45. Ele chegou à frente de Vladimir Danilenko, dos Atletas Paralímpicos Neutros, que ficou com a prata (4min07s30). O bronze foi para o chileno Alberto Abarza Diaz (4min16s61). Na mesma prova, o paranaense Bruno Becker ficou na quarta colocação e tempo de 4min27s49.

Apesar da distância aberta até a chegada, durante os primeiros 100 metros da prova, Gabrielzinho e Vladimir travaram uma disputa acirrada, com o mineiro nadando peito e o adversário costas, com apenas 19 centésimos de diferença. Após metade da prova, porém, Gabrielzinho mudou para o nado costas e passou a alargar sua vantagem. Na virada dos 150 metros, Gabrielzinho voltou ao nado peito até encerrar a disputa.

“Foi uma prova diferente de todas que eu já nadei até hoje. Mostra o que é um trabalho bem feito, um planejamento bem feito, uma boa rotina de treinos. Esse ano, tive muitos problemas de treino, questão de técnica, de encaixar o nado. Foi chegando a época do Mundial, foi encaixando, ficando perfeito. Durante o período de treino, meu treinador [Fábio Antunes] falou para mim que estava ruim, que eu precisava resolver. Eu confio em mim, nele, e ele confiou muito em mim também. Tive que virar de costas. Não foi como o planejado, mas para ganhar, para nadar rápido, eu sei o que tenho que fazer. Conheço os atalhos, o caminho. Foi o que eu fiz. O tempo veio e foi sensacional. Estou muito feliz”, disse Gabrielzinho, que já havia conquistado os 100m costas S2 na terça-feira, 23.

Com o resultado, Gabrielzinho garantiu sua oitava medalha de ouro em Mundiais e manteve sua invencibilidade nas três principais provas de seu programa (50m costas, 100m costas e 200m livre) em três edições de Mundial disputadas por ele (Ilha da Madeira 2022, Manchester 2023 e Singapura 2025).

A prova dos 50m costas S2 em Singapura acontecerá na sexta-feira, 26, em final direta.

Recorde Mundial

O segundo ouro brasileiro do dia, no revezamento 4x100m medley 49 pontos (para atletas com deficiência visual), veio com um recorde Mundial e levantou a torcida em Singapura.

A equipe contou com a pernambucana Carol Santiago, a paraense Lucilene Sousa, o fluminense Thomaz Matera e o paulista Guilherme Batista. Juntos, eles concluíram a disputa em 4min23s48. O recorde anterior era da Ucrânia, 4min25s78 registrados no Mundial de Manchester, em 2023.

A segunda colocação ficou com a Espanha (4min25s33) e a terceira com o Japão (4min37s90).

Mais medalhas

Na primeira disputa com brasileiros nas finais desta quarta-feira, 24, o catarinense Talisson Glock conquistou a medalha de prata na prova dos 400m livre S6 (comprometimento físico-motor), com a marca de 5min00s99. O ouro foi para o italiano Antonio Fantin, com 4min52s61. O bronze foi para Andrei Granichka, da delegação dos Atletas Paralímpicos Neutros com 5min03s79.

Talisson é bicampeão paralímpico da disputa, com títulos conquistados em Tóquio 2020 e Paris 2024 e afirmou ter optado junto a sua comissão técnica por iniciar um ano com atividades menos intensas após oito anos de muita dedicação. “Fico feliz com a prata. O tempo realmente não foi muito bom, mas melhor do que eu esperava. Foi um ano em que decidi desacelerar nas coisas para focar em outras áreas da vida e isso tem um certo preço. Agora é organizar a cabeça para nos próximos anos estar alinhado com o objetivo de estar bem nos Jogos Paralímpicos de Los Angeles 2028. É muito difícil. Como atleta tenho um lado competitivo muito forte e sinto isso estando aqui. Mas esse sentimento pode se transformar em algo positivo. Vou guardar ele para fazer mais força durante os treinos e alcançar meus objetivos”, afirmou.

A segunda prata individual do Brasil veio com a fluminense Mariana Gesteira nos 100m costas da classe S9 com o tempo de 1min01s64. O ouro foi para a australiana Alexa Leary, com 59s19, e o bronze para a canadense Mary Jiib (1min02s71).

“É sempre uma honra representar o Brasil em competições como esta. Quero agradecer a todos pela torcida, que faz muita diferença para mim dentro da piscina. Ainda tenho mais duas provas importantes pela frente: os 100m costas, no dia 26, e os 50m livre, no dia 27, em que sou bicampeã mundial. Vou dar o meu máximo para continuar trazendo bons resultados para o Brasil”, disse a atleta, que conquistou sua nona medalha em Mundiais.

A fluminense Lídia Cruz conquistou a medalha de bronze nos 50m costas da classe S4 (comprometimento físico-motor) ao nadar a prova em 50s61. O ouro foi conquistado pela norte-americana Katie Kubiak, com 42s66, novo recorde mundial da prova, e a prata pela Atleta Paralímpica Neutra Anastasiia Goncharova (49s27).

A atleta brasileira também foi medalhista de bronze nesta prova nos Jogos Paralímpicos de Paris 2024.

Este foi o terceiro pódio de Lídia em Singapura. Ela fez parte do revezamento 4x50m livre brasileiro, que obteve a medalha de prata na segunda-feira, 22, mesmo dia em que ela conquistou o bronze nos 100m livre da classe S4.

Na ultima prova do dia, o revezamento 4x100m livre S14 (deficiência intelectual) conquistou a medalha de prata com a marca de 3min45s36.

O país contou com o paulista Gabriel Bandeira, a paranaense Beatriz Carneiro e os mineiros Arthur Xavier e Ana Karolina Soares.

A prova foi vencida pela Grã-Bretanha (3min41s14), com a Tailândia fechando pódio na terceira colocação (3min58s46).

O resultado brasileiro é o novo recorde das Américas. A melhor marca anterior também havia sido obtida pelo Brasil, 3min47s49, nos Jogos de Paris 2024, resultado que garantiu o bronze.

*Com Comitê Paralímpico Brasileiro

Tags: esportesMundial de Nataçãonataçãonatação paralímpica

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