Lucas Pinheiro Braathen escreveu seu nome na história do esporte nacional ao conquistar o inédito ouro para o Brasil e a América Latina na prova do slalom gigante do esqui alpino nos Jogos de Inverno de Milão-Cortina-2026, no fim de semana passado. Além do feito sem precedentes, ele ainda garantiu uma premiação em dinheiro no valor de R$ 350 mil (livre de taxas do governo), concedida pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB).
Os valores foram definidos pelo COB antes da Olimpíada de Paris-2024 e, segundo a entidade, tiveram um aumento de 40% em comparação aos últimos ciclos olímpicos (Tóquio-2020 e Pequim-2022). O repasse é feito para todos os atletas que chegam ao pódio olímpico, seja em Jogos de Verão ou de Inverno. Medalhistas de prata ficam com R$ 210 mil, enquanto os de bronze recebem R$ 140 mil.
Caso um atleta conquiste mais de uma medalha em uma mesma edição dos Jogos, a quantia é paga por prova. Para as modalidades em grupo (dois a seis competidores) ou coletivas (sete ou mais), a premiação tem um valor maior e é dividida entre todos os integrantes da equipe.
Nascido em Oslo e filho de mãe brasileira e pai norueguês, Lucas optou por defender as cores do Brasil a partir de maio de 2024, após ter enfrentado problemas burocráticos com a federação da Noruega e chegado a anunciar a aposentadoria precoce em 2023. Se ainda competisse pelo país nórdico, ele não receberia uma premiação pela medalha, uma vez que o comitê olímpico local não bonifica seus atletas por pódio.
Veja os valores:
– Individual: Ouro – R$ 350 mil; Prata – R$ 210 mil; Bronze – 140 mil;
– Grupo: Ouro – R$ 700 mil; Prata – R$ 420 mil; Bronze – R$ 280 mil;
– Coletiva: Ouro – R$ 1,05 milhão; Prata – R$ 630 mil; Bronze – R$ 420 mil.
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